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por Bruno Rettore

Como você toma uma decisão? - Dicas da Nióbio

Em 30 segundos! Você pode tomar decisões seguindo duas lógicas de pensamento. Na primeira, seu foco está nas consequências de suas ações, por isso o nome: lógica da consequência. Antes de tomar uma decisão você analisa suas consequências e define se vale a pena. A segunda maneira, é como pessoas inovadoras tomam decisões. Eles imaginam o que a pessoa que mais admiram faria no lugar deles e tomam a decisão de acordo. Essa lógica chama-se lógica da adequação. Por exemplo: o que o Steve Jobs faria em uma situação como esta?

Tomamos decisão durante todo o dia.

Tomar decisão gasta caloria.

Nosso cérebro, por si só, é responsável por 20% das calorias gastas num dia, mesmo representando, em média, 2% do nosso peso total.

Gastar caloria é gastar energia. Tomar decisões ruins é jogar energia fora. Isso é um desperdício.

Eu, particularmente, não gosto de consumir meu cérebro com pequenas decisões: qual roupa vou usar? Vou de café ou cappuccino hoje? Moldo meu ambiente e minha rotina para deixar meu dia mais eficiente. Poupo energia porque sei que ela é limitada.

E em decisões grandes? O prejuízo não é só calórico, né?

Decisões grandes (tomadas erroneamente) podem te custar seu emprego, seu relacionamento e até mesmo te levar a uma depressão.

No que você pensa na hora de tomar decisões?

Nosso cérebro é uma máquina de encontrar e criar padrões.

Esses padrões são criados para garantir nossa sobrevivência, analisando os riscos e possíveis consequências de nossas ações.

Criando esses padrões, nosso cérebro consegue tomar decisões de forma mais rápida e segura.

Isso é conhecido como a lógica da consequência, exatamente por ter a consequência da ação como o principal fator na tomada de decisão.

Na prática seria: qual ação produzirá o melhor resultado?

E a maioria de nós pensa e age assim...

Porém, para certas decisões precisamos desligar esse nosso modo de sobrevivência.

Principalmente se quisermos tomar decisões inovadoras.

Pessoas inovadoras são aquelas que trucam o status quo. Ou seja, rejeitam o que é convencional e buscam por opções melhores: Por que isso é assim? Devo aceitar isso? Posso fazer diferente? Melhor?

No livro Originais, Adam Grant demonstrou que uma simples pergunta pode mudar a maneira que pensamos para uma mais inovadora.

A pergunta a se fazer antes de tomar uma decisão.

O primeiro passo é imaginar a pessoa que você mais admira na sua área.

Digamos que você seja um empreendedor. Steve Jobs? Elon Musk?

Ou então você é um atleta, que tal Michael Phelps? Ou até mesmo você: a versão que você almeja se tornar?

Com essa pessoa em mente ao invés de se perguntar qual ação produzirá o melhor resultado, faça-se a seguinte pergunta:

O que o Steve Jobs faz em uma situação como esta?

ou então

O que uma pessoa como eu, faz em uma situação como esta?

Quando você analisa a situação assim, você pensa com o que chamam de lógica da adequação. Isto é, você se adequou a um terceiro ou à uma figura ideal sua para tomar uma decisão. E quando você faz esse processo você colhe 2 benefícios:

Em primeiro lugar, você ameniza parte da ansiedade da decisão, afinal ela teve embasamento em uma pessoa que para você tem sucesso. E isso te deixa pensar com mais clareza, já que tira o peso de um possível fracasso das suas costas.

O segundo ponto é que ao invés de olhar pro futuro tentando adivinhar o resultado, você se volta para dentro, em busca da sua identidade, daquilo que de fato você deseja e não das consequências que aquilo pode trazer.

Baseando suas decisões em quem você quer se tornar você consequentemente chega mais próximo dessa figura!

E é por isso que a lógica da adequação nos liberta.

Focamos menos no que garantiria o resultado que buscamos e mais na percepção intrínseca do que faria uma pessoa como nós!

E aí, já decidiu se vai de café ou cappuccino, hoje?

 

Bruno Rettore - Cofundador da Nióbio
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